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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A liberdade

A liberdade

A liberdade é uma propriedade da vontade, antes que um elemento em si, mas é pressuposto essencial para a moralidade dos atos humanos.

Esta exclui dos indivíduos qualquer determinismo ou necessidade, em virtude dos quais seja alguém obrigado a querer ou não querer o que quer ou não quer.

Isto não significa que a vontade opere sem alguma razão e sem algum impulso,o que já não seria liberdade interior, mas acaso. Significa antes, que a vontade escolhe deliberadamente entre as várias razões que se oferecem á inteligência e os vários bens que se lhe apresentam.

Elementos constitutivos do ato humano

Elementos constitutivos do ato humano

O ato se diz humano (actus humanus), quando é voluntário de deliberado.

Se falta a intervenção do intelecto ou da vontade, não temos ato humano, mas chamado ato do homem ( actus hominis), ou “ato natural”. Tais são os atos instintivos e impulsos “primo-prime” emitidos pelo homem, como desejos, temores, etc., de tal maneira repentinos e instantâneos que apenas podem ser classificados como indeliberados.

Para o ato humano concorrem:

O conhecimento intelectual

A vontade

A liberdade

Os atos humanos e sua natureza

OS ATOS HUMANOS

A vida do homem se reflete nas suas ações, as quais, para que sejam dignas de prêmio, é necessário que sejam realizadas pelo homem racional, que sejam morais, que sejam sobrenaturalmente meritórias.


NATUREZA DO ATO HUMANO

Na sua natureza especifica, é o ato humano, constituído por elementos particulares (consciência, vontade, liberdade), de cuja presença depende a correspondente responsabilidade.

Por sua vez, a responsabilidade pode desaparecer completamente, ou ser diminuída, quando condições particulares retirem ou reduzem um ou mais elementos essenciais de que consta.